Entenda melhor o Movimento Ocupe/Resiste Estelita

Explicando o movimento e os motivos que estamos lutamos e resistimos na mudança do projeto novo Recife
Fonte: Movimento Ocupe Estelita 

O que é? 

O Movimento Ocupe Estelita /Resiste Estelita luta contra o desenvolvimento urbano guiado apenas por interesses económicos, que destrói a identidade de nossa cidade e promove uma ideia ultrapassada de progresso e modernização. Vários grupos, coletivos e movimentos sociais estão juntos na luta pelo nosso Recife. Unid@s, nos erguemos contra os urbanismos segregados e suas conseqüências hostis para a cidade.

Porque? 

O Projeto Novo Recife (NR) surge como o oposto de tudo isso. É o símbolo de um modelo de cidade excludente, segregadora e não-participativa. As irregularidade e ilegalidades presentes em todo o processo de elaboração e do projeto apenas confirmam a sua nocividade para a construção de uma cidade democrática e humana. Ele representa uma perda de oportunidades para o pleno desenvolvimento de uma área tão importante para cidade do Recife(PE) como o Cais José Estelita, pelo seu potencial histórico, geográfico e ambiental. 
Foto: Resiste Estelita/Direitos Urbanos

Onde? 

O Cais José Estelita é um cais que se encontra na Ilha de Antônio Vaz em Recife, Pernambuco. Surgiu como área de aterro para interligar o Forte das Cinco Pontas e Forte Príncipe Guilherme. Neste local também funcionavam pelo Porto do Recife e também estocavam o açúcar produzido na zona canavieira. Este espaço, mesmo desativado permaneceu com como propriedade da Rede Ferroviária Federal, até que foi vendida para um complexo de empresas privadas do setor imobiliário, formado pela Moura Dubeux, Queiroz Galvãoi, GL Empreendimento e Ara Empreendimentos. Esta venda foi realizada em 2008, através de leilão.



A mais de dois meses os movimentos ( Resisti Estelita/ Ocupe Estelita) estavam acampados no Cais José Estelita, mas na madrugada do dia 17/06 o dialogo que estava acontecendo com a prefeitura foi quebrado pelos policiais militares. A propósito do uso da força pela Polícia Militar do nosso Estado para a desocupação da área do Cais José Estelita, manifesto meu profundo repúdio aos excessos e à violência contra os manifestantes que exerciam seu direito constitucional de realizar um protesto pacífico.  


Fonte: Movimento Ocupe Estelita 


É absolutamente condenável o fato de o diálogo ter sido substituído pelo uso de armas, ainda que menos letais, como balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral, como se todos tiveste cometendo um crime. Não há razão plausível que justifique a desconstituição dos entendimentos construídos entre as partes envolvidas, com a participação do Ministério Público Federal e do Estado, por uma operação policial surpresa, como a que foi realizada na manhã do dia 17 de junho de 2014. 

  Confio na diligência do Governo do Estado para identificar os abusos cometidos e punir os seus autores. Por outro lado, também não é possível que a Prefeitura do Recife – responsável pela condução e aprovação do projeto Novo Recife da forma como ele está hoje – assista de maneira passiva ao desenrolar de todo esse processo. É necessário que a PCR (Prefeitura do Recife) assuma as suas responsabilidades no projeto e proponha as adequações necessárias a conciliar o interesse público com a segurança jurídica dos contratos firmados. 





Saiba mais https://www.facebook.com/fulaninhx

Fontes:
Senador Humberto costa
( https://www.facebook.com/rohberto/posts/10204221903058344 )
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cais_Jos%C3%A9_Estelita
 https://www.facebook.com/pages/MovimentoOcupeEstelita/320033178143669?sk=timeline


Postagem de Mayra Kelner e Luiz Felipe Bessa da Equipe do Blog. 

"Iniciativa Popular" é o tema de capa da Edição 107 da Revista Viração

"SANCIONADA PELA PRESIDENTA, O MARCO CIVIL DA INTERNET GARANTE MAIOR PRIVACIDADE AOS USUÁRIOS E REGULAÇÃO DA WEB POR VÁRIOS SETORES SOCIAIS"

NEUTRALIDADE
LIBERDADE  E
PRIVACIDADE NA REDE




  

XII FREPOP – Fórum de Educação Popular- IX Internacional

 Educação Popular e Juventude: O que você tem a dizer? 



O FREPOP – Fórum de Educação Popular, nasce em 2002 com o objetivo de ser um território onde educadores/as populares, aprendizes de todas as matizes sociais e educadores/as que atuam sob o pressuposto de conhecimento socialmente construído e partilhado de forma horizontal, se reúnem para desenvolver atividades de partilha de saberes nos formatos de rodas de conversa, oficinas, painéis, vivências e visitas nas comunidades onde ocorre o Frepop.

O Evento é divido em vários Eixos temáticos, e é organizado pela O ONG FREPOP – FORUM DE EDUCAÇÃO POPULAR, Marcio Cruz (Presidente do FREPOP) e Salete Elias de Castro (Tesoureira). A programação do FREPOP é definida com a participação direta das redes de educação popular, movimentos sociais, sindicais e camponeses, ativistas de grupos sociais das mais diversas matizes que tem por finalizada a atuação nos moldes da educação popular para transformar o mundo. Os grupos interessado em participar e realizar alguma atividade, podem inscrever suas atividades, mas corra o prazo já esta acabando. 

Inscrição de Atividade Clique Aqui

Postagem de Luiz Felipe Bessa da Equipe do Blog.

Vai ter COPA!!!

Bem, é hoje, não há o que fazer, Vai Ter Copa! Não que nós não queríamos a copa no brasil, mais temos necessidades maiores e coisas muito mais importante para nos preocupar. Hoje o Brasil estará em festa, os turistas não param de chegar, os jogos da copa vão começar e as crianças continuam sem estudar, seus pais sem ter com o que os alimentar, alguns ate sem uma casa para morar.
Mas temos que ver a copa, como uma coisa boa, que trara mais visibilidade para o pais, trazendo desenvolvimento, renda para os grandes e pequenos empresários.  

Algumas pessoas estão muito contente, pelo fato que o brasil assediará a copa, no entanto a copa não é para todos, pois os valores dos ingressos vão além de R$ 1.860.00.
Como podemos torcer num estádio, sabendo de toda a podridão por trás disso; tantas famílias que foram desabrigadas e que ainda hoje não tem mas a casa própria, essas famílias tiveram seus direitos a moradia violado. Pessoas sofrendo em hospitais, com falta de medicamento, estrutura e etc, e os torcedores gritando goooooool? como disse nosso amigo Ronaldo "Não é com hospitais que se faz copa!" .
O que mais me envergonha nessa sociedade é como um jogador de futebol, pode ter o salario maior do que, quem o ensinou a ler e escrever (professores).  Como um país pode ser campeão com fome e sem educação?

COPA PARA QUEM? 

A instituição privada, organizadora da copa tem manipulado o governo de uma forma, colocando privações que não foram vista em copa alguma, conheça algumas:

> Vuvuzelas, que ficou famosa no Mundial de 2010. Aturdida com o barulho, a Fifa proibiu nominalmente a vuvuzela, assim como qualquer instrumento musical- As palmas ao menos, estão liberadas!
> Mochila até 25cm de altura.
> Cartazes, o regulamento dos ingressos proíbe cartazes, bandeiras e folhetos que possam "tirar o foco desportivo" do evento.
> Garrafas, ex. material frágil e estilhaçável.
> Sem Sinalizadores, bombas, fogos de artificio.
> Bonés e camisetas. "Os espectadores podem vestir o que quiserem", diz o código. Mas à frente, entretanto, torcedor vê que não é bem assim. Para combater o "marketing de emboscada", a Fifa proíbe a entrada de pessoas com bonés, camisetas e outras vestimentas com logotipo de empresas que não patrocinem a Copa.
É quem pode manda e quem não pode, obedece.

Os problemas que alguns torcedores brasileiros fanáticos por futebol não enxergaram, foi ver a quantidade de violações de direitos que a copa tem feito, confira a realidade dessas pessoas.

Realidade
 

Confira a edição 106 da Revista viração

Fonte: Jornal Aqui PE, Viração (mudança, atitude e ousadia jovem)

Postagem de Luiz Felipe Bessa e Scheyla Guthemberg da equipe do blog.

Revista Viração Edição 106 - Maio

Segurança e Ética no Uso da Internet

Na manhã desta segunda-feira passada (19) a Escola Superior do Ministério Publico de Pernambuco, juntos com o Safernet Brasil, realiza o I Encontro Estadual sobre Segurança e Ética no Uso da Internet para Proteção de Crianças e Adolescentes no fórum do Recife, na Ilha de Joana Bezerra.
O objetivo do evento foi, sensibilizar e trocar informação quanto aos riscos e medidas para proteção de crianças e adolescentes no uso das ferramentas da rede mundial de comunicação, bem como divulgar materiais e forma agentes multiplicadores.
Participaram do evento grandes nomes da proteção de crianças e adolescentes no Estado de Pernambuco, e grandes nomes na formação e educação.
"O evento foi muito proveitoso e trouxe a oportunidade de conhecer outras pessoas que trabalham na proteção de crianças e adolescentes e socializar seus trabalhos" disse Luiz Felipe um dos poucos jovens que participou do evento.

Postagem de Luiz Felipe Bessa da Equipe do Blog.

Ousar, Lutar Organizar a Juventude Pro Projeto Popular

Foi o tema do II acampamento do Levante Popular da Juventude, realizado em Cotia interior de São Paulo, de 17 a 21 de abril no Parque Cemucam. O evento reuniu mais de 3.000 (três mil) jovens, representantes de 23 estados do Brasil. O espaço de encontro dos estados presentes, foi aproveitado também para acontecerem momentos de formações, mobilizar mais jovens lutando pela transformação do nosso país e as dificuldades enfrentadas em cada canto do pais.  O objetivo do acampamento foi construção do projeto popular para o Brasil, daí apontar quais os desafios que teriam pela frente, pensar forma de soluciona-los, eleger uma nova coordenação nacional para o movimento.

 No dia 21 os mais de três mil jovens saíram nas ruas da Av. Paulista, no centro de São Paulo, dando seus gritos de guerra para democratizar a comunicação e expressar suas reivindicações e fala sobre plebiscito popular, constituinte exclusiva e soberana do sistema político do brasil. Esse ano de 2014 o Levante Popular da Juventude, completa dois anos de luta por um projeto popular pela educação, por transporte público gratuito de qualidade, pela democratização da comunicação, pelo acesso à cultura e ao lazer, contra o trabalho precarizado, contra o machismo, o racismo e a homofobia.

No acampamento, todos os dias aconteciam plenárias discutindo temas para a formulação da carta de construção do projeto popular do Levante, oficinas de música a meio ambiente eram realizadas, e todas as noite eram culturais para que o mista cultura do nosso país em forma de música e apresentações, levassem um pouco do Brasil para cada região. Debates sobre a realidade da juventude brasileira, foi aproveitado também para mobilizar mais jovens para lutar pela transformação do nosso país.

Conversamos com alguns jovens sobre o acampamento e Sil Crisostomo, estudante de Serviço Social que faz parte da célula do Movimento estudantil do Levante PE, fala que “o II Acampamento Nacional possibilitou um processo de ampla discussão nas diversas frentes, setores e coletivos de atuação do movimento; de identidade entre os jovens que já vem construindo luta em todo o Brasil, principalmente nos últimos dois anos, com a nacionalização do movimento; além de agregar novas pessoas com sonhos e desejos de mudanças iguais ao que construímos e também sonhamos e Afirmamos em canções do movimento (forma de agitar e propagandear as bandeiras de luta da juventude), que o acampamento muda a vida e que ele é ponto de partida para uma transformação muito maior. Trouxemos muita energia e mística para nosso estado, não deixando a peteca cair, ideias a mil para formações d@s companheir@s e muito gás para organizar nossas células, ampliando-as através do trabalho de base, para unificar, assim, toda a juventude guerreira desse país”.
Sabemos que é muito importante a participação dos jovens na construção de políticas públicas para o nosso pais, Sil relata que “garantir o protagonismo em prol de mudanças para vida e a coletividade de jovens, entretanto, a condição de classe trabalhadora, raça/etnia negra, acesso à educação, dentre outras questões, limitam uma efetiva participação desse grande e importante grupo da sociedade. A juventude pobre, em sua maioria negra, enfrenta, cotidianamente, o desemprego, o (semi)analfabetismo, a dificuldade de acesso ao ensino superior e/ou a permanência na universidade, violência e mortes. Nesse sentido, para aumentar a participação e formação dessa juventude é imprescindível sua organização política, com o intuito de somar forças e conquistar direitos e garantias sociais, para isso, o Levante Popular da Juventude propõe: organizar e formar a juventude da periferia, do campo e do movimento estudantil, em torno da luta por uma sociedade justa, democrática, sem exploração do trabalho, degradação da natureza e opressões a setores sociais que não retratam o padrão imposto pela sociabilidade capitalista”.

Lindinês de 18 anos, que está concluindo o ensino médio da Iputinga Recife/PE conta que “somos o futuro da população, cabe a gente opinar por ele. O acampamento pra mim foi muito importante por que eu não tinha visão política. E lá eu conheci várias partes do governo e também descobri em que lado lutar. Aprendi o que é políticas públicas, para democratizar e melhorar a sociedade brasileira”.



Já para Iyalê Tahyrine coordenadora do levante de Pernambuco fala que “A juventude compõe a maior parcela do eleitorado brasileiro e não representa nem 10% dos nossos parlamentares. Diante disso, a gente percebe a necessidade de levar o debate para a juventude de como o nosso sistema político se estrutura de forma a não dar voz a grandes parcelas da população (mulheres, população negra e indígena, LGBTs...) e como somos importantes, nós nos inserirmos nos espaços públicos decisórios, onde freqüentemente se definem políticas para a juventude sem nossa contribuição direta.

O acampamento foi um momento extremamente importante para mostra ao Brasil que os jovens querem fazer e debater política, que a juventude tem um projeto para o país e está disposta a lutar por isso em conjunto com diversos momentos sociais.
Nós voltamos do acampamento muito animados com o que ele representou, mas também cheios de desafios na construção de um Projeto Popular para o país”.



Postagem de Luiz Felipe Bessa e Handryelly Ferreira da Equipe do Blog.


Entrevista

Estudantes do curso de Radio e TV da Maurício de Nassau falam sobre, como deixarmos a internet um local mais seguro e divertido.


"A melhor maneira é por meio da educação"

"Jovens participam de oficina de internet segura e ficam mais atentos aos perigos na rede"

No Dia 19 de fevereiro, realizamos mais uma oficina de internet segura, com o tema “Construindo juntos uma Internet Melhor” que foi tema do Dia Mundial da Internet Segura 2014 que é celebrado em 11 de Fevereiro. Nos mobilizando juntamente com mais de 100 países para promover ações que ajudem a garantir mais liberdade, segurança e cidadania na rede. 



A ação teve apoio do Aucuba (educação e comunicação) e da Instiuição de Ensino Maurício de Nassau. O Dia da Internet Segura é uma iniciativa criada pela INSAFE, rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia. No Brasil, a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal. Em 2013 a GVT, Petrobras, Desabafo Social, Childhood, ABMP, Google, IIDAC , Viração e outras instituições apoiaram essa ideia. 

A ideia era pensar em propostas que pudessem ajudar construir uma internet melhor para o nosso país, e algumas delas foram bem criativas e construtivas, confiram: 

*Substituição periódica da Senha;
*Programas de conscientização para adolescentes e jovens sobre as vantagens e perigos na internet;
*Analise dos vídeos antes de cair nas redes;
*A cada postagem na internet automaticamente, fosse feita uma analise para que não se postassem conteúdos inadequados;
*Criar um conceito de moral na internet vinculado aos pais e filhos(a escola poderia ser o veiculo);
*A melhor maneira é por meio da educação. As escolas deveriam criar estratégias para informa os alunos os riscos da internet, Exemplos: Palestras, cartazes e teatros com fantoches. 

Todas as propostas foram pensadas pelos estudantes do curso de Radio e Tv da Maurício de Nassau do prédio JK. 

Postagem de Luiz Felipe Bessa e Scheylla Guthemberg da equipe do Blog.