Entrevista

Estudantes do curso de Radio e TV da Maurício de Nassau falam sobre, como deixarmos a internet um local mais seguro e divertido.


"A melhor maneira é por meio da educação"

"Jovens participam de oficina de internet segura e ficam mais atentos aos perigos na rede"

No Dia 19 de fevereiro, realizamos mais uma oficina de internet segura, com o tema “Construindo juntos uma Internet Melhor” que foi tema do Dia Mundial da Internet Segura 2014 que é celebrado em 11 de Fevereiro. Nos mobilizando juntamente com mais de 100 países para promover ações que ajudem a garantir mais liberdade, segurança e cidadania na rede. 



A ação teve apoio do Aucuba (educação e comunicação) e da Instiuição de Ensino Maurício de Nassau. O Dia da Internet Segura é uma iniciativa criada pela INSAFE, rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia. No Brasil, a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal. Em 2013 a GVT, Petrobras, Desabafo Social, Childhood, ABMP, Google, IIDAC , Viração e outras instituições apoiaram essa ideia. 

A ideia era pensar em propostas que pudessem ajudar construir uma internet melhor para o nosso país, e algumas delas foram bem criativas e construtivas, confiram: 

*Substituição periódica da Senha;
*Programas de conscientização para adolescentes e jovens sobre as vantagens e perigos na internet;
*Analise dos vídeos antes de cair nas redes;
*A cada postagem na internet automaticamente, fosse feita uma analise para que não se postassem conteúdos inadequados;
*Criar um conceito de moral na internet vinculado aos pais e filhos(a escola poderia ser o veiculo);
*A melhor maneira é por meio da educação. As escolas deveriam criar estratégias para informa os alunos os riscos da internet, Exemplos: Palestras, cartazes e teatros com fantoches. 

Todas as propostas foram pensadas pelos estudantes do curso de Radio e Tv da Maurício de Nassau do prédio JK. 

Postagem de Luiz Felipe Bessa e Scheylla Guthemberg da equipe do Blog. 

Viração (Janeiro e Fereveiro) nº 103

Curti a edição de Janeiro e Fevereiro da Revista Viração Ano 11 Nº 103.

http://issuu.com/viracao/docs/edicao_103?e=2936918/6597174


issuu.com/viracao/docs/edicao_103?e=0/6522028

Oficina construindo juntos uma internet melhor

Construindo juntos uma Internet Melhor! Este é o tema do Dia Mundial da Internet Segura 2014 que é celebrado hoje. Estamos nos mobilizando juntamente com mais de 100 países para promover ações que ajudem a garantir mais liberdade, segurança e cidadania na rede.


Em Pernambuco nos jovens do blog, nos mobilizamos para realizar hoje a noite a oficina, ajudando a construir uma internet melhor para o nosso pais. A oficina acontecera no Sintepe que fica localizado na Rua General José Semeão, nº 39, Santo Amaro, 50050-120 Recife, e tem inicio as 18:30h com apoio de vários movimentos sociais e Ongs locais como Levante Popular da Juventude, Instituto José Ricardo, Aucuba educação e comunicação e Rejupe (Rede de jovens pelo direito ao esporte seguro e inclusivo).

O Dia da Internet Segura é uma iniciativa criada pela INSAFE, rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia. No Brasil, a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal. Em 2013 a GVT, Petrobras, Desabafo Social, Childhood, ABMP, Google, IIDAC , Viração e outras instituições apoiaram essa ideia.

Conheça outros locais que estão acontecendo mobilizações:
http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2014

Mais informações entra em contato com:
Luiz Felipe
l.felipejoaquim@gmail.com
(81) 9211-5246 ou (81) 9670-1339

Handryelly Ferreira
Andrielledstferreira@gmail.com
(81) 8550-4790 ou (81) 9543-3380

Scheylla Santos
Sheylasnts@gmail.com
(81) 9846-9849 ou (81) 8522-0388

Bancos Comunitários: uma prática de Finanças Solidárias no Brasil



Por João Joaquim de Melo Neto Segundo

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Governo Federal consideram que o campo das Finanças Solidárias no Brasil é formado por 03 segmentos: Fundos Solidários, Cooperativas de Crédito e Bancos Comunitários. Neste texto vamos refletir apenas sobre os Bancos Comunitários e a participação dos jovens no desenvolvimento deste novo modelo de banco. Por uma questão pedagógica, focaremos nossa reflexão no Banco Palmas.
Origem dos Bancos Comunitários

O primeiro Banco Comunitário do Brasil foi o Banco Palmas, surgido em 1998 na periferia de Fortaleza-CE, nos grotões do nordeste, criado pelo povo simples da favela do Conjunto Palmeira. Como morador e líder comunitário do bairro, tive o privilégio de participar dessa construção.

Na época o Conjunto Palmeira, com 20 mil habitantes, era uma comunidade extremamente carente economicamente e enfrentava graves problemas de desemprego e desnutrição. Em uma assembleia da Associação dos Moradores perguntamos para os sócios: “Por que somos pobres?” Quase que ao mesmo tempo todos responderam: “Somos pobres porque não temos dinheiro”. O debate foi tão intenso, que resolvemos criar grupos de reflexão na comunidade em torno dessa mesma pergunta. Foram realizadas 97 reuniões com líderes locais, comerciantes e moradores. Em geral, os debates terminavam com uma visão fatalista da população em relação a sua pobreza, aceitando-a como algo natural, afinal, sempre foi assim, existem pobres e ricos desde “que o mundo é mundo”!

A diretoria da Associação, insatisfeita com a falta de reflexão, resolveu então fazer uma enquete com os moradores com 04 perguntas: 1) O que você já consome por mês? (alimentação, vestuário, material de limpeza); 2) Qual é a marca dos produtos que você compra?; 3) Onde você faz a maioria de suas compras? e 4) O que você produz?

Foram ouvidas 1.600 famílias (40% do total de famílias do bairro) e obtivemos, dentre outros, os seguintes resultados: i) R$1.200.000,00 (Um milhão e duzentos mil reais) de compras eram feitas pelos moradores do Conjunto Palmira, mensalmente. ii) 80% das famílias faziam suas compras fora do bairro. iii) Apenas 3% dos entrevistados produziam ou comercializavam alguma coisa no bairro. iv) 70% das famílias faziam suas compras em Messejana, um bairro vizinho bastante desenvolvido economicamente.

Desenhamos vários cartazes com os números e fizemos reuniões rua-a-rua, afirmando para população: “nós não somos pobres, nos empobrecemos porque perdemos nossas poupanças. Perdemo-nas porque tudo que compramos é fora do bairro. Portanto, depende de nós a superação de nossa pobreza”.

Aqueles números tiveram um efeito pedagógico extraordinário na população, que começou a entender a relação da economia com a vida. Algumas dezenas de pessoas na favela descobriram o poder revolucionário de seu consumo. Mais que isso: começaram a sentir que a resposta estava ali, pertinho, dependia de nossa vontade e da forma que consumimos.

Foi assim, a partir desse entendimento de que nós éramos possíveis, que em janeiro de 1998, na pequena sede da Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira, com apenas R$ 2000,00 (dois mil reais) inauguramos o Banco Palmas. Totalmente administrado pela comunidade, o banco desenvolveu um sistema econômico próprio que conta com uma linha de microcrédito alternativo (para produtores e comerciantes), instrumentos de incentivo ao consumo local (moeda social circulante- PALMAS), e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.

A grande novidade que o modelo de Banco Comunitário trouxe foi a visão da solidariedade territorial. O bairro como um todo se torna um “empreendimento solidário” onde os moradores produzem e consomem um dos outros. É a noção de solidariedade coletiva: eu melhoro de vida na proporção que o bairro melhora, dessa forma melhoramos juntos. Anos depois chamamos isso de Rede Local de Prosumatores, onde cada morador e cada moradora é ao mesmo tempo produtor(a), consumidor(a) e ator ou atriz social de transformação.

A Rede Brasileira

Em 2003 a comunidade do Conjunto Palmeira criou o Instituto Banco Palmas, responsável pela expansão da metodologia dos Bancos Comunitários em todo o país. Em janeiro de 2014 já somos 103 Bancos Comunitários, organizados na Rede Brasileira de Bancos Comunitários(RBBC), distribuídos em 19 estados da federação: em assentamentos, comunidades indígenas, ilhas na Amazônia, pequenos distritos e outras periferias urbanas e rurais. Em 2013, um milhão de brasileiros foram impactados positivamente pela ação dos Bancos Comunitários (conf.: Relatório do III Encontro Nacional da RBBC – Março/2013). Hoje já existem outras ONGs (Organizações Não-Governamentais) responsáveis pela criação de novos bancos comunitários e dezenas de instituições parceiras. O maior apoio vem, contudo, da Secretaria Nacional de Economia Solidaria do Ministério do Trabalho e Emprego-SENAES/MTE.

Em 2007 a RBBC criou o Termo de Referência e o marco teórico-conceitual dos bancos comunitários, assim definindo:

“Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária. Seu objetivo é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes locais de produção e consumo, baseado no apoio às iniciativas de economia solidária em seus diversos âmbitos, como: empreendimentos sócio-produtivos, de prestação de serviços, de apoio à comercialização (bodegas, mercadinhos, lojas e feiras solidárias), organizações de consumidores e produtores.”

A Juventude e os Bancos Comunitários

Para pôr em marcha uma prática tão alternativa faz-se necessário a ousadia e a capacidade de inovação da juventude; já dizia o poeta: “juventude sem rebeldia, é velhice precoce”.

Relato abaixo três ações desenvolvidas pelo Instituto Banco Palmas com a juventude de Fortaleza que são estratégicas para a expansão e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos pelos Bancos Comunitários:

Consultores Comunitários

É um treinamento de 400 horas-aula, realizado na sede do Instituto Palmas, para os jovens (18 a 28 anos) da periferia de Fortaleza. Nesse treinamento a juventude aprende tanto a parte técnica/operacional de um Banco Comunitário (análise de crédito, cobrança, seguros, técnica de vendas, organização de feiras e outros), como a teoria que orienta sua prática: economia solidária; democracia econômica, consumo sustentável, comércio justo, desenvolvimento local, entres outros. Os Consultores Comunitários tem como missão prestar assessoria técnica aos pequenos empreendimentos do bairro para melhorarem seus produtos e suas vendas, e ajudar e se organizarem na rede de economia solidária do bairro/local. Para ser um trabalhador da equipe do Instituto Banco Palmas, é obrigatório fazer o curso de Consultores Comunitários. Por fim, vale ressaltar que hoje é um jovem, um ex-aluno do curso de Consultores Comunitários, quem coordena a parte pedagógica e curricular desse processo formativo.

Agentes de Inclusão Socioprodutiva

São jovens (de 16 a 28 anos), treinados pelo Instituto Banco Palmas (60h) cuja função é realizar visitas domiciliares às mulheres do programa Bolsa Família atendidas pelo Banco Palmas (projeto ELAS). Durante as visitas os agentes conversam, observam, aconselham e estimulam a participação das mulheres nas diversas atividades promovidas pelo Banco Palmas (cursos profissionalizantes, oficinas de educação financeira, encontros pedagógicos, visitas a pontos turísticos da cidade, crédito e outros), objetivando promover a inclusão sócio-produtiva, financeira e bancária dessas mulheres. Os agentes assumem um papel de grande relevância no Banco Comunitário por trabalharem diretamente com a população mais pobre, acompanhando individualmente cada mulher, servindo como uma espécie de “animador” responsável pela inclusão das mesmas.

PalmasLab

O Laboratório de Inovação e Pesquisa em Finanças Solidárias do Banco Palmas (PalmasLab), é um espaço de criação e aceleração de empreendimentos voltados para TI (Tecnologia da Informação), com recorte para as Finanças Solidárias. A PalmasLab já criou dois aplicativos, um de mapeamentos socioeconômicos dos territórios e outro para pesquisas de opinião sobre temas relevantes para a comunidade. Os jovens da comunidade são capacitados na PalmasLab em programação e desenvolvimento de aplicativos, podendo se engajar nas pesquisas do Instituto Banco Palmas nos diversos municípios ou criarem seu próprio empreendimento de TI. Cabe ainda a equipe de jovens da PalmasLab toda a parte de animação e criação da comunicação do Instituto Banco Palmas nas mídias sociais, incluso sua página na web.

Crescendo em média 20% ao ano, organizando comunidades para autogerir suas finanças, com a contribuição e a criatividade libertária da juventude, os Bancos Comunitários tem apontado na direção de outro modelo de banco, possível, justo, humano, radicalizando os princípios da Economia Solidária.

* João Joaquim de Melo Neto Segundo é coordenador do Instituto Banco Palmas e da Rede Brasileira de Bancos Comunitários (RBBC).

Envolva-se

Agora que você conhece um pouco mais do tema, conheça outras iniciativas, como as moedas locais na Espanha. Hoje existem 70 espalhadas pelo país. Acesse: http://www.rtve.es/alacarta/videos/documentos-tv/documentos-tv-monedas-cambio/2063367/

Conheça também outra iniciativa como o Banco Sampaio e a Agência Cultural Solano Trindade, da comunidade no Campo Limpo (SP): http://www.youtube.com/watch?v=uCUDngoIvwk

Postagem da Equipe do Blog.

Igualdade para Todos

 

O combate á homofobia tem sido uma luta constante, o que até pouco tempo era inaceitável pela sociedade, hoje já conquistou admiração e respeito. Estamos vivendo um momento histórico e este evento foi uma grande conquista da população LGBT, querendo acabar com o preconceito.

 A maior luta do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) é pela conquista da sua identidade e do seu direito. A população LGBT quer que o poder público e a sociedade a enxerguem como cidadãos de direito. A maior luta é poder viver livremente a sua sexualidade. “É uma luta pela liberdade e igualdade o que já existe na constituição, mas que na prática não é cultivado”.
 O Coletivo toda forma de Amar da Faculdade de Direito do Recife realizou a 1 semana LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais)  o evento promoveu debates e reflexões sobre temáticas visibilizados  no cotidiano da faculdade de direito e também contribuindo para o combate a homofobia e toda e qualquer forma de opressão com tais temas: O movimento LGBT e a luta de classes, Lesbofobia e identidade lésbica, Novo PLC/122 avanços e retrocessos das pautas sociais LGBT,  Lei de identidade de gênero Perspectivas para ex travestis e transexuais,  Interferência religiosa e laicidade: desafios á efetivação da cidadania plena aos/ ás LGBTs. Contando também com a Intervenção inesperada que teve como objetivo mostrar que a luta também é pela cultura.
 E em torno desses temas surgiram vários gritos de guerra um deles foi: “O que eu tenho entre as minhas pernas não me define” e entre esses a nossa luta é todo dia por um Brasil sem Homofobia, para que a sociedade veja que somos todos humanos e iguais merecemos respeito.

Handryelly Ferreira da Equipe do Blog.

Fórum Mundial de Direitos Humanos

O Fórum Mundial de Direitos Humanos que aconteceu entre os dias 10 e 13 deste mês, Em Brasília, contando com a presença de cerca de 5 mil pessoas de diferentes seguimentos sociais de diversos países.

Na data em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e os 65 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o evento se apresenta como um espaço de debate público sobre DH, no qual serão tratados seus principais avanços e desafios com foco no respeito às diferenças, na participação social, na redução das desigualdades e no enfrentamento a todas as violações de direitos humanos. Além de conferência, debates, programação cultural e atividades autogestionadas, fez parte da programação do Fórum a Feira do Livro, dedicada à publicações relacionadas a diversos temas do universo dos Direitos Humanos.

Houve uma breve homenagem ao Nelson Mandela, líder rebelde e ex-presidente da África do Sul, considerado como o mais importante líder da África Negra na luta contra o Apartheid, regime de segregação racial que vigorou no país. Ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993 e Pai da Pátria da moderna nação sul-africana. Até 2009, Mandela havia dedicado 67 anos de sua vida á causa que defendeu como advogado dos direitos humanos.

Durante FMDH ocorreu também a entrega do 19° Prêmio Direitos Humanos, que contou com a participação da Presidenta Dilma Rousseff e da Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A premiação aconteceu na tarde do dia (12/12), no auditório principal do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

Eixo de Comunicação e Direitos Humanos

Pela manhã, o Felipe Batista – Secretario da Associação de Reguladores das Comunicações e Telecomunicações da  CPLP e a Dr. Cosette – Coordenadora do GT dos conteúdos digitais, levantaram temas bastante importante a ser discutido pois a comunicação é algo essencial para a vida e não podemos deixar que esse direito seja violado, sabendo todas as pessoas têm direito ao acesso livre à informação.

Muitas manifestações aconteceram durantes os dias, atrapalhando assim algumas falas importantes, foram feitas várias intervenções e debates riquíssimos aconteceram durante todo o evento.

Conversamos com alguns jovens e perguntamos o que eles acharam do evento.
Ezequiel Rodrigues, representante do grupo Vivendo com HIV/AIDS na região sul no estado de Curitiba disse que: “ O FMDH teve uma excelente organização, porém não teve uma participação efetiva, que se fala da situação dos jovens vivendo com HIV/AIDS, mas o ideal seria que tivesse uma oficina falando sobre o tema”.

Leiliane Vieira Miranda do Onda - Adolescentes em Movimento Pelos Direito em Brasília- DF, conta: “Minhas expectativas do fórum foram alcançadas, quer dizer, em parte, em todo o Fórum estava ocorrendo ótimas plenárias, palestras, mas eu senti falta da participação mais efetiva dos adolescentes, acho que o espaço que nós adolescentes tivemos para falar não foi muito!  O FMDH foi uma ótima iniciativa, onde trocamos muitas experiências, conhecemos varias realidades, pois tínhamos contatos com adolescentes e jovens de outros estados e ate de outros países. Podemos perceber a realidade de todos”, afirmou.


Handryelly Ferreira, Luiz Felipe Bessa e Thiago Farias da Equipe do Blog.

Pré Fórum Mundial de Direitos Humanos Pernambucano


No ultimo dia 05 ás 19h deste mês aconteceu á abertura do Pré- Fórum Mundial de Direitos Humanos Pernambucano, na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) que iniciou mostrando um vídeo sobre a História dos direitos humanos e logo após um debate bem construtivo que discuti temáticas gerais.

 No dia 06, o evento aconteceu o dia inteiro, Representantes de Instituições, ONG´S e a sociedade civil, uniram-se em um comitê para discutir políticas públicas em Pernambuco, os temas mais pertinentes discutidos foram: Preconceito Racial, Redução da Maioridade Penal: Solução ou problema? Saúde e Democracia como Direitos Humanos, Infância, Gênero Raça e etnia, Família LGBT, Direito do Idoso e Pessoas com Deficiência. Estimulando pautas a serem discutidas no Fórum Mundial de Direitos Humanos. Não esquecendo que o Direito a Comunicação foi lembrado sim mais não tanto discutido.

Durante a tarde, oficinas autogestionadas aconteceram com esses temas citado a cima com o intuito de aprofundar mais no assunto nesse tal eixo que foram divididos no FMDH. O fórum mundial de direitos humanos, acontece nas datas 10,11,12 e 13 de Dezembro em Brasília, Distrito Federal abrangendo assuntos ainda não discutidos no Pré- Fórum.


Handryelly Ferreira e Luiz Felipe Bessa da Equipe do Blog.

Pré-Fórum Pernambucano

O Comitê de Pernambuco, do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH) estará realizando no bloco G, da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), nos dia 5 e 6 de Novembro, o Pré-Fórum
Pernambucano, em preparação ao Fórum Mundial.

Vão ser discutidos varias tematicas como:

-Redução da maioridade penal; 
-Família LGBT;
-Infância;
-Gênero, raça e etnia;
-Idoso e pessoa com deficiência;



Participe!

Participação Online e Offline

Dia 07 de novembro, na atividade "Na Roda junto ao Desabafo Social" vai haver: Comunicação, cidadania, experiências exitosas, formas de participação e muito mais! Em Fortaleza - Ceará, cujo tema é “Participação Online e Offline”.

Apostando na globalização como possibilidade, o Desabafo Social irá dialogar acerca da participação do jovem nas redes sociais e fora delas. Isto é, discutir a importância das redes como instrumentos de mobilização, articulação e engajamento político. Além disso, mostrará como são as suas atuações em prol da defesa dos direitos humanos fora do ciberespaço.

Essa atividade é o primeiro passo para fortalecer o Desabafo Social em Fortaleza, sugerindo ações da juventude na construção e aperfeiçoamento das políticas públicas, voltadas ao público infanto-juvenil.

O empreendedor social que conquistou para o Ceará em 2011 o prêmio Internacional “Soluções Positivas”, em parceria com a Mac Ainds Funds, MTV America Latina e Ashoka, estará presente. Sem contar que o diretor de prevenção e atendimento da SaferNet Brasil, ONG que atua na área de direitos humanos na internet, e o jovem articulador do Monitoramento Jovem de Políticas Públicas (MJPOP), não poderiam ficar de fora dessa roda!

Compareça, participe e construa junto ao Desabafo Social.
Faça já sua inscrição. TODOS GANHARÃO CERTIFICADO!
INSCRIÇÃO: http://zip.net/bxk9gt

Data: 07 de novembro de 2013
Horário: 08h às 14h
Local: CUCA CHE Guevara - Barra do Ceará, Av. Pres. Castelo Branco, 6417, Fortaleza -CE
Informações: www.facebook.com/rededesabafosocial
desabafosocial.ce@gmail.com

Luiz Felipe Bessa, da Equipe do Blog.