Curti a edição de Janeiro e Fevereiro da Revista Viração Ano 11 Nº 103.
http://issuu.com/viracao/docs/edicao_103?e=2936918/6597174
issuu.com/viracao/docs/edicao_103?e=0/6522028
Oficina construindo juntos uma internet melhor
Construindo juntos uma Internet Melhor! Este é o tema do Dia Mundial da Internet Segura 2014 que é celebrado hoje. Estamos nos mobilizando juntamente com mais de 100 países para promover ações que ajudem a garantir mais liberdade, segurança e cidadania na rede.

Em Pernambuco nos jovens do blog, nos mobilizamos para realizar hoje a noite a oficina, ajudando a construir uma internet melhor para o nosso pais. A oficina acontecera no Sintepe que fica localizado na Rua General José Semeão, nº 39, Santo Amaro, 50050-120 Recife, e tem inicio as 18:30h com apoio de vários movimentos sociais e Ongs locais como Levante Popular da Juventude, Instituto José Ricardo, Aucuba educação e comunicação e Rejupe (Rede de jovens pelo direito ao esporte seguro e inclusivo).
O Dia da Internet Segura é uma iniciativa criada pela INSAFE, rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia. No Brasil, a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal. Em 2013 a GVT, Petrobras, Desabafo Social, Childhood, ABMP, Google, IIDAC , Viração e outras instituições apoiaram essa ideia.
Conheça outros locais que estão acontecendo mobilizações:
http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2014
Mais informações entra em contato com:
Luiz Felipe
l.felipejoaquim@gmail.com
(81) 9211-5246 ou (81) 9670-1339
Handryelly Ferreira
Andrielledstferreira@gmail.com
(81) 8550-4790 ou (81) 9543-3380
Scheylla Santos
Sheylasnts@gmail.com
(81) 9846-9849 ou (81) 8522-0388

Em Pernambuco nos jovens do blog, nos mobilizamos para realizar hoje a noite a oficina, ajudando a construir uma internet melhor para o nosso pais. A oficina acontecera no Sintepe que fica localizado na Rua General José Semeão, nº 39, Santo Amaro, 50050-120 Recife, e tem inicio as 18:30h com apoio de vários movimentos sociais e Ongs locais como Levante Popular da Juventude, Instituto José Ricardo, Aucuba educação e comunicação e Rejupe (Rede de jovens pelo direito ao esporte seguro e inclusivo).
O Dia da Internet Segura é uma iniciativa criada pela INSAFE, rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia. No Brasil, a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil e do Ministério Público Federal. Em 2013 a GVT, Petrobras, Desabafo Social, Childhood, ABMP, Google, IIDAC , Viração e outras instituições apoiaram essa ideia.
Conheça outros locais que estão acontecendo mobilizações:
http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2014
Mais informações entra em contato com:
Luiz Felipe
l.felipejoaquim@gmail.com
(81) 9211-5246 ou (81) 9670-1339
Handryelly Ferreira
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Bancos Comunitários: uma prática de Finanças Solidárias no Brasil
Por João Joaquim de Melo Neto Segundo
O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Governo Federal consideram que o campo das Finanças Solidárias no Brasil é formado por 03 segmentos: Fundos Solidários, Cooperativas de Crédito e Bancos Comunitários. Neste texto vamos refletir apenas sobre os Bancos Comunitários e a participação dos jovens no desenvolvimento deste novo modelo de banco. Por uma questão pedagógica, focaremos nossa reflexão no Banco Palmas.
Origem dos Bancos Comunitários
O primeiro Banco Comunitário do Brasil foi o Banco Palmas, surgido em 1998 na periferia de Fortaleza-CE, nos grotões do nordeste, criado pelo povo simples da favela do Conjunto Palmeira. Como morador e líder comunitário do bairro, tive o privilégio de participar dessa construção.
Na época o Conjunto Palmeira, com 20 mil habitantes, era uma comunidade extremamente carente economicamente e enfrentava graves problemas de desemprego e desnutrição. Em uma assembleia da Associação dos Moradores perguntamos para os sócios: “Por que somos pobres?” Quase que ao mesmo tempo todos responderam: “Somos pobres porque não temos dinheiro”. O debate foi tão intenso, que resolvemos criar grupos de reflexão na comunidade em torno dessa mesma pergunta. Foram realizadas 97 reuniões com líderes locais, comerciantes e moradores. Em geral, os debates terminavam com uma visão fatalista da população em relação a sua pobreza, aceitando-a como algo natural, afinal, sempre foi assim, existem pobres e ricos desde “que o mundo é mundo”!
A diretoria da Associação, insatisfeita com a falta de reflexão, resolveu então fazer uma enquete com os moradores com 04 perguntas: 1) O que você já consome por mês? (alimentação, vestuário, material de limpeza); 2) Qual é a marca dos produtos que você compra?; 3) Onde você faz a maioria de suas compras? e 4) O que você produz?
Foram ouvidas 1.600 famílias (40% do total de famílias do bairro) e obtivemos, dentre outros, os seguintes resultados: i) R$1.200.000,00 (Um milhão e duzentos mil reais) de compras eram feitas pelos moradores do Conjunto Palmira, mensalmente. ii) 80% das famílias faziam suas compras fora do bairro. iii) Apenas 3% dos entrevistados produziam ou comercializavam alguma coisa no bairro. iv) 70% das famílias faziam suas compras em Messejana, um bairro vizinho bastante desenvolvido economicamente.
Desenhamos vários cartazes com os números e fizemos reuniões rua-a-rua, afirmando para população: “nós não somos pobres, nos empobrecemos porque perdemos nossas poupanças. Perdemo-nas porque tudo que compramos é fora do bairro. Portanto, depende de nós a superação de nossa pobreza”.
Aqueles números tiveram um efeito pedagógico extraordinário na população, que começou a entender a relação da economia com a vida. Algumas dezenas de pessoas na favela descobriram o poder revolucionário de seu consumo. Mais que isso: começaram a sentir que a resposta estava ali, pertinho, dependia de nossa vontade e da forma que consumimos.
Foi assim, a partir desse entendimento de que nós éramos possíveis, que em janeiro de 1998, na pequena sede da Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira, com apenas R$ 2000,00 (dois mil reais) inauguramos o Banco Palmas. Totalmente administrado pela comunidade, o banco desenvolveu um sistema econômico próprio que conta com uma linha de microcrédito alternativo (para produtores e comerciantes), instrumentos de incentivo ao consumo local (moeda social circulante- PALMAS), e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.
A grande novidade que o modelo de Banco Comunitário trouxe foi a visão da solidariedade territorial. O bairro como um todo se torna um “empreendimento solidário” onde os moradores produzem e consomem um dos outros. É a noção de solidariedade coletiva: eu melhoro de vida na proporção que o bairro melhora, dessa forma melhoramos juntos. Anos depois chamamos isso de Rede Local de Prosumatores, onde cada morador e cada moradora é ao mesmo tempo produtor(a), consumidor(a) e ator ou atriz social de transformação.
A Rede Brasileira
Em 2003 a comunidade do Conjunto Palmeira criou o Instituto Banco Palmas, responsável pela expansão da metodologia dos Bancos Comunitários em todo o país. Em janeiro de 2014 já somos 103 Bancos Comunitários, organizados na Rede Brasileira de Bancos Comunitários(RBBC), distribuídos em 19 estados da federação: em assentamentos, comunidades indígenas, ilhas na Amazônia, pequenos distritos e outras periferias urbanas e rurais. Em 2013, um milhão de brasileiros foram impactados positivamente pela ação dos Bancos Comunitários (conf.: Relatório do III Encontro Nacional da RBBC – Março/2013). Hoje já existem outras ONGs (Organizações Não-Governamentais) responsáveis pela criação de novos bancos comunitários e dezenas de instituições parceiras. O maior apoio vem, contudo, da Secretaria Nacional de Economia Solidaria do Ministério do Trabalho e Emprego-SENAES/MTE.
Em 2007 a RBBC criou o Termo de Referência e o marco teórico-conceitual dos bancos comunitários, assim definindo:
“Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária. Seu objetivo é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes locais de produção e consumo, baseado no apoio às iniciativas de economia solidária em seus diversos âmbitos, como: empreendimentos sócio-produtivos, de prestação de serviços, de apoio à comercialização (bodegas, mercadinhos, lojas e feiras solidárias), organizações de consumidores e produtores.”
A Juventude e os Bancos Comunitários
Para pôr em marcha uma prática tão alternativa faz-se necessário a ousadia e a capacidade de inovação da juventude; já dizia o poeta: “juventude sem rebeldia, é velhice precoce”.
Relato abaixo três ações desenvolvidas pelo Instituto Banco Palmas com a juventude de Fortaleza que são estratégicas para a expansão e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos pelos Bancos Comunitários:
Consultores Comunitários
É um treinamento de 400 horas-aula, realizado na sede do Instituto Palmas, para os jovens (18 a 28 anos) da periferia de Fortaleza. Nesse treinamento a juventude aprende tanto a parte técnica/operacional de um Banco Comunitário (análise de crédito, cobrança, seguros, técnica de vendas, organização de feiras e outros), como a teoria que orienta sua prática: economia solidária; democracia econômica, consumo sustentável, comércio justo, desenvolvimento local, entres outros. Os Consultores Comunitários tem como missão prestar assessoria técnica aos pequenos empreendimentos do bairro para melhorarem seus produtos e suas vendas, e ajudar e se organizarem na rede de economia solidária do bairro/local. Para ser um trabalhador da equipe do Instituto Banco Palmas, é obrigatório fazer o curso de Consultores Comunitários. Por fim, vale ressaltar que hoje é um jovem, um ex-aluno do curso de Consultores Comunitários, quem coordena a parte pedagógica e curricular desse processo formativo.
Agentes de Inclusão Socioprodutiva
São jovens (de 16 a 28 anos), treinados pelo Instituto Banco Palmas (60h) cuja função é realizar visitas domiciliares às mulheres do programa Bolsa Família atendidas pelo Banco Palmas (projeto ELAS). Durante as visitas os agentes conversam, observam, aconselham e estimulam a participação das mulheres nas diversas atividades promovidas pelo Banco Palmas (cursos profissionalizantes, oficinas de educação financeira, encontros pedagógicos, visitas a pontos turísticos da cidade, crédito e outros), objetivando promover a inclusão sócio-produtiva, financeira e bancária dessas mulheres. Os agentes assumem um papel de grande relevância no Banco Comunitário por trabalharem diretamente com a população mais pobre, acompanhando individualmente cada mulher, servindo como uma espécie de “animador” responsável pela inclusão das mesmas.
PalmasLab
O Laboratório de Inovação e Pesquisa em Finanças Solidárias do Banco Palmas (PalmasLab), é um espaço de criação e aceleração de empreendimentos voltados para TI (Tecnologia da Informação), com recorte para as Finanças Solidárias. A PalmasLab já criou dois aplicativos, um de mapeamentos socioeconômicos dos territórios e outro para pesquisas de opinião sobre temas relevantes para a comunidade. Os jovens da comunidade são capacitados na PalmasLab em programação e desenvolvimento de aplicativos, podendo se engajar nas pesquisas do Instituto Banco Palmas nos diversos municípios ou criarem seu próprio empreendimento de TI. Cabe ainda a equipe de jovens da PalmasLab toda a parte de animação e criação da comunicação do Instituto Banco Palmas nas mídias sociais, incluso sua página na web.
Crescendo em média 20% ao ano, organizando comunidades para autogerir suas finanças, com a contribuição e a criatividade libertária da juventude, os Bancos Comunitários tem apontado na direção de outro modelo de banco, possível, justo, humano, radicalizando os princípios da Economia Solidária.
* João Joaquim de Melo Neto Segundo é coordenador do Instituto Banco Palmas e da Rede Brasileira de Bancos Comunitários (RBBC).
Envolva-se
Agora que você conhece um pouco mais do tema, conheça outras iniciativas, como as moedas locais na Espanha. Hoje existem 70 espalhadas pelo país. Acesse: http://www.rtve.es/alacarta/videos/documentos-tv/documentos-tv-monedas-cambio/2063367/
Conheça também outra iniciativa como o Banco Sampaio e a Agência Cultural Solano Trindade, da comunidade no Campo Limpo (SP): http://www.youtube.com/watch?v=uCUDngoIvwk
Postagem da Equipe do Blog.
Igualdade para Todos
O combate á homofobia tem sido uma luta constante, o que até pouco tempo era inaceitável pela sociedade, hoje já conquistou admiração e respeito. Estamos vivendo um momento histórico e este evento foi uma grande conquista da população LGBT, querendo acabar com o preconceito.
O Coletivo toda forma de Amar da Faculdade de Direito do Recife realizou a 1 semana LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais) o evento promoveu debates e reflexões sobre temáticas visibilizados no cotidiano da faculdade de direito e também contribuindo para o combate a homofobia e toda e qualquer forma de opressão com tais temas: O movimento LGBT e a luta de classes, Lesbofobia e identidade lésbica, Novo PLC/122 avanços e retrocessos das pautas sociais LGBT, Lei de identidade de gênero Perspectivas para ex travestis e transexuais, Interferência religiosa e laicidade: desafios á efetivação da cidadania plena aos/ ás LGBTs. Contando também com a Intervenção inesperada que teve como objetivo mostrar que a luta também é pela cultura.
Handryelly Ferreira da Equipe do Blog.
Fórum Mundial de Direitos Humanos
Na data em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e os 65 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o evento se apresenta como um espaço de debate público sobre DH, no qual serão tratados seus principais avanços e desafios com foco no respeito às diferenças, na participação social, na redução das desigualdades e no enfrentamento a todas as violações de direitos humanos. Além de conferência, debates, programação cultural e atividades autogestionadas, fez parte da programação do Fórum a Feira do Livro, dedicada à publicações relacionadas a diversos temas do universo dos Direitos Humanos.
Houve uma breve homenagem ao Nelson Mandela, líder rebelde e ex-presidente da África do Sul, considerado como o mais importante líder da África Negra na luta contra o Apartheid, regime de segregação racial que vigorou no país. Ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993 e Pai da Pátria da moderna nação sul-africana. Até 2009, Mandela havia dedicado 67 anos de sua vida á causa que defendeu como advogado dos direitos humanos.
Durante FMDH ocorreu também a entrega do 19° Prêmio Direitos Humanos, que contou com a participação da Presidenta Dilma Rousseff e da Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A premiação aconteceu na tarde do dia (12/12), no auditório principal do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).
Eixo de Comunicação e Direitos Humanos
Pela manhã, o Felipe Batista – Secretario da Associação de Reguladores das Comunicações e Telecomunicações da CPLP e a Dr. Cosette – Coordenadora do GT dos conteúdos digitais, levantaram temas bastante importante a ser discutido pois a comunicação é algo essencial para a vida e não podemos deixar que esse direito seja violado, sabendo todas as pessoas têm direito ao acesso livre à informação.
Muitas manifestações aconteceram durantes os dias, atrapalhando assim algumas falas importantes, foram feitas várias intervenções e debates riquíssimos aconteceram durante todo o evento.
Conversamos com alguns jovens e perguntamos o que eles acharam do evento.
Ezequiel Rodrigues, representante do grupo Vivendo com HIV/AIDS na região sul no estado de Curitiba disse que: “ O FMDH teve uma excelente organização, porém não teve uma participação efetiva, que se fala da situação dos jovens vivendo com HIV/AIDS, mas o ideal seria que tivesse uma oficina falando sobre o tema”.Leiliane Vieira Miranda do Onda - Adolescentes em Movimento Pelos Direito em Brasília- DF, conta: “Minhas expectativas do fórum foram alcançadas, quer dizer, em parte, em todo o Fórum estava ocorrendo ótimas plenárias, palestras, mas eu senti falta da participação mais efetiva dos adolescentes, acho que o espaço que nós adolescentes tivemos para falar não foi muito! O FMDH foi uma ótima iniciativa, onde trocamos muitas experiências, conhecemos varias realidades, pois tínhamos contatos com adolescentes e jovens de outros estados e ate de outros países. Podemos perceber a realidade de todos”, afirmou.
Pré Fórum Mundial de Direitos Humanos Pernambucano
No ultimo dia 05 ás 19h deste mês aconteceu á abertura do Pré- Fórum Mundial de Direitos Humanos Pernambucano, na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) que iniciou mostrando um vídeo sobre a História dos direitos humanos e logo após um debate bem construtivo que discuti temáticas gerais.
No dia 06, o evento aconteceu o dia inteiro, Representantes de Instituições, ONG´S e a sociedade civil, uniram-se em um comitê para discutir políticas públicas em Pernambuco, os temas mais pertinentes discutidos foram: Preconceito Racial, Redução da Maioridade Penal: Solução ou problema? Saúde e Democracia como Direitos Humanos, Infância, Gênero Raça e etnia, Família LGBT, Direito do Idoso e Pessoas com Deficiência. Estimulando pautas a serem discutidas no Fórum Mundial de Direitos Humanos. Não esquecendo que o Direito a Comunicação foi lembrado sim mais não tanto discutido.
Durante a tarde, oficinas autogestionadas aconteceram com esses temas citado a cima com o intuito de aprofundar mais no assunto nesse tal eixo que foram divididos no FMDH. O fórum mundial de direitos humanos, acontece nas datas 10,11,12 e 13 de Dezembro em Brasília, Distrito Federal abrangendo assuntos ainda não discutidos no Pré- Fórum.
Handryelly Ferreira e Luiz Felipe Bessa da Equipe do Blog.
Pré-Fórum Pernambucano
O Comitê de Pernambuco, do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH) estará realizando no bloco G, da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), nos dia 5 e 6 de Novembro, o Pré-Fórum
Pernambucano, em preparação ao Fórum Mundial.

Vão ser discutidos varias tematicas como:
-Redução da maioridade penal;
-Família LGBT;
-Infância;
-Gênero, raça e etnia;
-Idoso e pessoa com deficiência;
Participe!
Pernambucano, em preparação ao Fórum Mundial.

Vão ser discutidos varias tematicas como:
-Redução da maioridade penal;
-Família LGBT;
-Infância;
-Gênero, raça e etnia;
-Idoso e pessoa com deficiência;
Participe!
Participação Online e Offline
Dia 07 de novembro, na atividade "Na Roda junto ao Desabafo Social" vai haver: Comunicação, cidadania, experiências exitosas, formas de participação e muito mais! Em Fortaleza - Ceará, cujo tema é “Participação Online e Offline”.
Apostando na globalização como possibilidade, o Desabafo Social irá dialogar acerca da participação do jovem nas redes sociais e fora delas. Isto é, discutir a importância das redes como instrumentos de mobilização, articulação e engajamento político. Além disso, mostrará como são as suas atuações em prol da defesa dos direitos humanos fora do ciberespaço.
Essa atividade é o primeiro passo para fortalecer o Desabafo Social em Fortaleza, sugerindo ações da juventude na construção e aperfeiçoamento das políticas públicas, voltadas ao público infanto-juvenil.
O empreendedor social que conquistou para o Ceará em 2011 o prêmio Internacional “Soluções Positivas”, em parceria com a Mac Ainds Funds, MTV America Latina e Ashoka, estará presente. Sem contar que o diretor de prevenção e atendimento da SaferNet Brasil, ONG que atua na área de direitos humanos na internet, e o jovem articulador do Monitoramento Jovem de Políticas Públicas (MJPOP), não poderiam ficar de fora dessa roda!
Compareça, participe e construa junto ao Desabafo Social.
Faça já sua inscrição. TODOS GANHARÃO CERTIFICADO!
INSCRIÇÃO: http://zip.net/bxk9gt
Data: 07 de novembro de 2013
Horário: 08h às 14h
Local: CUCA CHE Guevara - Barra do Ceará, Av. Pres. Castelo Branco, 6417, Fortaleza -CE
Informações: www.facebook.com/rededesabafosocial
desabafosocial.ce@gmail.com
Luiz Felipe Bessa, da Equipe do Blog.
Apostando na globalização como possibilidade, o Desabafo Social irá dialogar acerca da participação do jovem nas redes sociais e fora delas. Isto é, discutir a importância das redes como instrumentos de mobilização, articulação e engajamento político. Além disso, mostrará como são as suas atuações em prol da defesa dos direitos humanos fora do ciberespaço.
Essa atividade é o primeiro passo para fortalecer o Desabafo Social em Fortaleza, sugerindo ações da juventude na construção e aperfeiçoamento das políticas públicas, voltadas ao público infanto-juvenil.
O empreendedor social que conquistou para o Ceará em 2011 o prêmio Internacional “Soluções Positivas”, em parceria com a Mac Ainds Funds, MTV America Latina e Ashoka, estará presente. Sem contar que o diretor de prevenção e atendimento da SaferNet Brasil, ONG que atua na área de direitos humanos na internet, e o jovem articulador do Monitoramento Jovem de Políticas Públicas (MJPOP), não poderiam ficar de fora dessa roda!
Compareça, participe e construa junto ao Desabafo Social.
Faça já sua inscrição. TODOS GANHARÃO CERTIFICADO!
INSCRIÇÃO: http://zip.net/bxk9gt
Data: 07 de novembro de 2013
Horário: 08h às 14h
Local: CUCA CHE Guevara - Barra do Ceará, Av. Pres. Castelo Branco, 6417, Fortaleza -CE
Informações: www.facebook.com/rededesabafosocial
desabafosocial.ce@gmail.com
Luiz Felipe Bessa, da Equipe do Blog.
Dia C dia da Juventude Comunicativa
No dia 17 de outubro nós do Blog Juventude Conectada aos Direitos participamos do Dia da Juventude Comunicativa – Dia C, dia em que a juventude mostra a sua cara e vai para as ruas reivindicando a democratização da comunicação no país.
Para construir um país mais democrático e desenvolvido precisamos avançar na garantia ao direito à comunicação para todos e todas ampliando a liberdade de expressão, a diversidade e pluralidade na televisão e no rádio. Para isso, fomos às ruas expressar e marcar a data com a intervenção urbana.
Neste dia fizemos a intervenção para informar e chamar a atenção da população sobre a Semana pela Democratização da Comunicação, a concentração aconteceu no Marco Zero no centro da cidade do Recife para produção de faixas e camisas falando sobre o Dia C (ver imagens abaixo), cada participante ganhou uma camisa onde foram grafitadas imagens e palavras relacionadas ao tema. Em seguida sairmos em direção a Avenida Conde da Boa Vista parando nos sinais mostrando as faixas e com palavra de ordem dada pelo coletivo Levante Popular da Juventude PE.
A ação integra a programação da Semana Nacional pela Democratização da Mídia, a intervenção contou com o apoio do Levante Popular da Juventude, ONG Auçuba, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores (RENAJOC), Coletivo de Jovens Educadores e FOPECOM.
Para construir um país mais democrático e desenvolvido precisamos avançar na garantia ao direito à comunicação para todos e todas ampliando a liberdade de expressão, a diversidade e pluralidade na televisão e no rádio. Para isso, fomos às ruas expressar e marcar a data com a intervenção urbana.Neste dia fizemos a intervenção para informar e chamar a atenção da população sobre a Semana pela Democratização da Comunicação, a concentração aconteceu no Marco Zero no centro da cidade do Recife para produção de faixas e camisas falando sobre o Dia C (ver imagens abaixo), cada participante ganhou uma camisa onde foram grafitadas imagens e palavras relacionadas ao tema. Em seguida sairmos em direção a Avenida Conde da Boa Vista parando nos sinais mostrando as faixas e com palavra de ordem dada pelo coletivo Levante Popular da Juventude PE.
A ação integra a programação da Semana Nacional pela Democratização da Mídia, a intervenção contou com o apoio do Levante Popular da Juventude, ONG Auçuba, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores (RENAJOC), Coletivo de Jovens Educadores e FOPECOM.
Handryelly Ferreira Postagem da Equipe do Blog.
Direito a Comunicação é o Direito de Todos.
O que é Direito a Comunicação? Por que direito a Comunicação? De que forma direito a Comunicação é na Comunidade? O que significa direito a Comunicação na Prática? Foi algumas perguntas de reflexão sobre o tema.
Direito á comunicação é o direito de todas as pessoas de ter voz de se expressar é um direito Universal e inseparável de todos os outros o direito a comunicação é mais do que o direito a liberdade de expressão é o direito a informação são direitos de todas as pessoas de ter acesso aos meios de produção e veiculação. Se a comunicação e um direito, é preciso que haja á permanente busca por garanti-lo. Por tanto enquanto há impeditivos (Sejam eles sociais, políticos, econômicos ou técnicos).Para a realização plena desse direito é dever e papel do estado a promoção da Pluralidade, da diversidade e da luta constante pela superação dessas desigualdades.
Nós damos uma Oficina na Escola Monsenhor Manuel Marques
Nós não devemos aceitar como fato consumado a atual concentração da mídia, em que apenas nove famílias controlam jornais revistas e emissoras de rádio TV. Enquanto esses poucos usam concessões publicas para fins comerciais, 180 milhões de pessoas são privadas de sua liberdade de expressão
No Inicio nós fizemos uma dinâmica de perguntas e respostas, bem engraçada, eles se divertiram muito. Nós discutimos sobre o que é direito o que é a comunicação. Fizemos uma roda de diálogo para debater sobre o direito a comunicação. E no final fizemos uma avaliação da oficina dada “Que tal” como sugestões; “Que bom” se a oficina foi boa; “Que pena” o que deve melhorar.
Iniciando a semana pela democratização da comunicação no dia 17 de outubro estaremos em 4 escolas na região metropolitana do recife ( Escola Dr. Francisco Pessoa de Queiroz , Escola Monsenhor Manuel Marques, Erem Aníbal Fernandes e Erem Desembargado Renato Fonseca), faremos uma intervenção (Cine C), trazendo a temática do filme Como uma onda no ar, com o objetivo de debater sobre o direito a comunicação.
Já diante “mão” convidamos os adolescente para participar da nossa semana da democratização pela comunicação que acontecerá no Marco Zero em Recife PE ás 13:00h contamos com a presença de vocês.
Postagem de Handryelly Ferreira, Scheylla Gutembreg e Mayra Kelner.
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