Medo de quê?

Ser diferente não é tão fácil assim. O Brasil em si já tem diferenças de cultura, cor... E por que não uma orientação sexual diferente?

Postagem da Equipe do Blog.

Racismo na Infância




Em todo o país as criança e adolescentes ainda são vitimas do racismo.  Nas escolas, nas ruas, nos hospitais ou aldeias e as vezes até dentro de suas próprias famílias com uma simples palavra, um simples gesto ou um olhar menos atencioso, isso tudo pode gerar um sentimento de inferioridade e com isso a criança ou o adolescente passa a desvalorizar-se  e negar suas tradições, sua identidade e costumes. O racismo na infância pode prejudicar a criança ou o adolescente  pelo resto da vida.

Não esquecendo de mencionar que nós somos  todos iguais independente de raça, cor ou religião, segundo a Constituição Brasileira. O Estatuto da Criança e do Adolescente relata que nenhuma criança ou adolescente pode sofrer violência , seja ela qual for; e o racismo gera uma das piores violência que é a Psicológica.

Você sabe qual a diferença entre o Racismo e a Discriminação?

 O Racismo consiste em crer que  pessoas são superiores a outras devido a pertencer a uma raça específica. Os racistas diferenciam as pessoas com base em características físicas como a cor de pele e a textura do cabelo. Não existe nenhuma prova científica da existência de raças diferentes.

 Discriminação é a denominação atribuída a uma ação ou omissão violadora do direito das pessoas, tais como: raça, sexo, idade, crença, opção religiosa, nacionalidade, etc... Pode ser definida, ainda, como sendo o tratamento preconceituoso dado a certas categorias sociais, raciais, etc...

A opinião de alguns jovens em relação ao racismo na infância entrevistados pelo Facebook.

Seria possível uma infância sem racismo?

Responde o jovem Robson Guedes: Crescemos conhecendo e vendo a diferença uns dos outros, tudo o que sabermos sofre uma grande influência de nossos pais e familiares, se dentro de uma educação familiar a criança é mal educada isso vai gerar um ato de preconceito e discriminação, fora isso nós podemos sim ter uma infância sem racismo.

Responde o jovem Marcio Rastaman: Sim!!!seria possível ter todas as crianças livre dos efeitos do racismo se realmente todas as pessoas fossem humanas de verdade e respeitassem as diferenças de cada povo e cultura em nosso país...e se realmente houvesse uma verdadeira reparação para com o povo descendente de Africa e os povos indígenas os verdadeiros donos dessas terras onde hoje é nosso país, e com outros povos que ainda é minoria no Brasil... e alem de tudo o povo negro se reconhecesse enquanto povo negro de fato, e a mídia principalmente televisiva parasse com o racismo em novelas, noticiários entre outros programas e não propagasse essa segregação racial que vemos nas emissoras de tv aberta, ai sim as crianças viveriam longe do racismo, entre outras coisas mais como as garantias dos direitos básicos previstos na constituição brasileira e a efetivação dos direitos existentes na declaração universal dos direitos humanos.

Seria possível termos todas as crianças livres dos efeitos da discriminação racial?

Responde Robson Guedes: seria sim, se a cultura de não preconceito racial fosse aplicada nas várias áreas da educação que começa desde a educação paterna ate a educação escolar.

Por que é importante mobilizar a sociedade em torno desse tema?

 Responde Robson Guedes: O belo está no ser diferente a sociedade perde a beleza quando um estatização de perfil onde ou todos são iguais ou aqueles que não querem ser iguais são descriminados e sofrem preconceito dentro de um país tão multicultural como o Brasil, é horrível ver cenas de racismo por isso é importante esse tema, pois nos leva a refletir.

Responde Marcio Rastaman:  A questão do racismo é um problema de todas as pessoas, pois não afeta somente os povos descendentes de África mesmo sendo esses os mais afetados... enquanto não houver uma reparação de fato, não tem como sanar os problemas causados pelo racismo,enquanto nosso povo continuar sem uma educação de qualidade, sem empregos e vivendo no sub mundo não terá como mobilizar primeiramente nosso povo que estar muito longe dessa discussão, e que na maioria não estamos empoderados nem munidos de argumentos para combater o racismo, uma outra coisa que acredito que facilitará um pouco e ajudará na luta contra o racismo e mobilizará toda a sociedade é o racismo virar crime hediondo ai sim diminuirá um pouco essa violência que à hoje contra o povo negro e nossos costumes... e assim a sociedade toda se mobilizará em relação a temática, mas ainda vejo muito longe disso acontecer porque alem de quem faz as leis não querer porque pra eles é mais fácil fazer com que nós nos matemos entre nós mesmo e ai contudo fazendo com que a maior causa do racismo desde sempre é por conta da cor da pele e nossos costumes como: religião, beleza, musica, e toda nossa cultura oriundo do continente africano... fazendo com que seja negados nossos direitos constituídos em lei para que não tenhamos argumentos nem educação suficientes para questionar os erros de nossos administradores, legisladores e racistas que ainda são muitos nesse Brasil.

Na sua opinião o que esta faltando para que esse mundo seja um mundo de igualdade racial?

Responde Robson Guedes: O que falta é educação quando vivemos em uma sociedade bem educada ela sabe respeitar todas as diferenças saber liberta de tabus, de preconceitos

Responde Marcio Rastaman: Pra mim o que esta faltando para que esse mundo seja mais igual racialmente e em relações a equidade econômica e de direitos é que: primeiramente nosso povo negro se assuma enquanto povo negro, e com isso lutarmos juntos por uma equidade de direitos, econômicos e respeito para com nós afros descendentes, também com os povos, indígenas, islâmicos, judeus, ciganos, e todas as pessoas que vivem em condições sub-humanas nas comunidades amontoadas sem as condições básicas de vida, sem educação, sem acesso a emprego e renda, e uma coisa que quase é uma utopia é o fim da corrupção não só no Brasil mas no mundo... mas só será possível isso primeiramente com uma grande reparação social com o povo negro, falo em equidade de direitos porque não queremos ser igual aos outros povos, pois temos nossos costumes e culturas como falei antes... queremos de fato apenas ser respeitados e ter as mesmas oportunidade de vida que os povos que não descendem de África, porém isso só pode acontecer se as pessoas além de entenderem o porque do racismo ser mais humanas e respeitar nossos costumes, cultura, religião, e nossa cor da pele. Mas enfatizo que a maior causa do racismo alem da cor da pele é o fato econômico, ressaltando que após colonização todos os outros povos que vieram para o Brasil conseguiram se reerguer em terras brasileiras como os italianos, e japoneses que vieram pós a abolição mas que esse tiveram reparações e hoje vivem em total condições econômicas tranquilos e enquanto o povo negro ainda vive em condições econômicas sub-humanas... e ai o que deixo pra o povo negro é que sejamos mais atentos ao racismo provocado pela mídia, e pela segregação que as vezes passam meio que imperceptível aos nossos olhos do qual não observamos que estamos sendo vitimas de racismo...

Handryelly Ferreira Postagem da Equipe do Blog.

Projeto Conviver com ​o ECA na Escola


          Idealizado pela Técnica Pedagógica em Direitos Humanos Suely Dantas, o Projeto teve início em 2011, com o apoio da gestora da GRE Recife Norte a Profª Gilvani Alves Torres Pilé, com a primeira formação realizada na Escola Governador Barbosa Lima Sobrinho com a presença de 20 educandos.
Em seguida na GRE (Gerência Regional de Educação)  Recife Norte com representantes de 30 Escolas, Perfazendo um total de 70 adolescentes. A formação foi realizada no auditório dessa Gerência, para que os educandos se tornem Agentes Multiplicadores Escolares (AMEs) com ajuda do Gestores e Educadores de Apoio.


O Projeto tem por objetivo formar adolescentes e jovens, Agentes Multiplicadores Escolares (AMEs) no conteúdo do Estatuto da Criança e Adolescente e demais temáticas de Direitos Humanos.
Nas discussões relevantes sobre ATO INDISCIPLINAR e ATO INFRACIONAL e diante de tanta violência noticiada na imprensa, decidimos elaborar o Projeto Conviver com ECA na Escola, com a intenção de divulgar o Estatuto da Criança e Adolescente, e propor que os Estudantes, Professores, Gestores e Coordenadores possam estudar e conhecer a legalidade do mesmo.


http://projetoconviverecana.wix.com/grerecifenorte

Postagem da Equipe do Blog

Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial


 Declarado em 1976 pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o Dia internacional de Luta pela Discriminação Racial, o 21 de março relembra o massacre de Sharpeville na África do Sul em 1960, durante o Apartheid* foram assassinadas 60 pessoas negras em protesto pacífico contra a obrigatoriedade de trazerem sempre consigo o Livro de Passes, documento que permitia o acesso às áreas administrativas.

 Em pleno século XXI ainda falamos sobre a discriminação racial. Um trote realizado na última sexta-feira,
15 de março, estudantes da faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estudantes se aglomeraram no fim das aulas para fazer um trote discriminando alunos negros. Numa das fotos postada em redes sociais, uma mulher, pintada de negro, aparece algemada, segurando uma placa dizendo “caloura Chica da Silva”. Em outra, estudantes - um deles com um bigode semelhante ao usado pelo ditador Adolf Hitler - fazem saudações nazistas, em torno de um estudante preso com fita adesiva a uma pilastra.
  O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Clélio Campolina e a vice-reitora Rocksane de Carvalho Norton publicaram, na tarde desta segunda-feira, uma nota de repúdio ao trote.
- Vamos apurar melhor o caso. Os envolvidos podem ser punidos recebendo desde uma advertência verbal até mesmo a expulsão da universidade - afirmou Rocksane.  Entretanto outros alunos relataram que a gestão estava sabendo que sempre havia esse tipo ato dentro da instituição.

Absurdo né, mas e você o que faz para que esses casos não continuem?

A internet é um dos meios desses violadores, pois então se você ver em sua rede social alguma postagem de racismo, discriminação ou humilhação, denuncie! Há várias formas de denunciar, inclusive anônimas, umas delas é por meio do  SaferNet que  tem apoio do Governo Federal e poderá ajudar as pessoas discriminadas, porém punir o opressor.: Clik e conheça mais sobre seus direitos e deveres, na internet.

*O termo apartheid se refere a uma política racial implantada na África do Sul. De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito a voto, detinha todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista.

A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do país, obrigando-os a viver em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos.
Referências
Fotos de trote com conteúdo preconceituoso geram polêmica na internet.

Postagem da Equipe do Blog.

Vídeo. Dia Internacional das Mulheres



  Esse ano a caminhada que aconteceu no Centro de Recife teve mais participação de homens do que o ano passado, isso já e um ponto bastante positivo, sinal de que o machismo esta diminuindo; entretanto ainda a muito que se fazer para acabar com discriminação de gênero no Recife.


Postagem da Equipe do Blog.

08 de Março dia Internacional da Mulher


        Menina. Mulher. Mãe. Mês de Março. Nada melhor do que lembrar a história de como se deu ao dia internacional das mulheres. No dia 8 de março de 1857, em Nova York (Estados Unidos) operárias de uma fábrica de tecidos fizeram uma greve, ocupando a fábrica e reivindicando melhores condições de trabalho tais como: redução na jornada de trabalho para dez horas (elas trabalhavam 16 horas diárias), equiparação de salários com os homens (elas recebiam até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi duramente reprimida: as mulheres foram trancadas na fábrica e esta, incendiada, tendo morrido carbonizadas 130 tecelãs. Em homenagem a estas mulheres, foi decidido em 1910, na Dinamarca, que o dia 8 de março passaria a ser o Dia Internacional da Mulher. A data somente foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1975.
 Os movimentos feministas ganharam as ruas, em intensas mobilizações pelo mundo inteiro, internacionalizando-se, desde 1975, através de Conferências Mundiais. Enquanto as mulheres iam ocupando e ampliando os espaços no mercado de trabalho, exercendo funções públicas, os movimentos feministas foram reivindicando políticas públicas específicas para as mulheres, a direitos reprodutivos, saúde de um modo geral, por educação, por acesso a representação partidarista, contra a discriminação e a violência.
Foi realizada uma passeata na Região Metropolitana do Recife, com realização da Casa Mulher do Nordeste, o Fórum de Mulheres de Pernambuco, Marcha das Vadias, Movimento Mulheres em Luta, União Brasileiras de Mulheres, Loucas de Pedras Lilás, entre outros grupos feministas e estudantis, em homenagem a todas as mulheres do mundo.
A luta das mulheres não para, esse ano elas estão indo as ruas para reivindicar alguns pontos que devem ser implementados, tais como:
- Aplicação e ampliação da Lei Maria da Penha;
- Ampliação do orçamento para programas de combate à violência;
- Prisão e punição exemplar para os agressores de mulheres;
- Implementação dos Centros de Referência da Mulher, financiados pelo Estado, como parte do sistema de proteção social, com poder de acatar denúncias, garantir apoio jurídico, médico e psicológico às mulheres vítimas de violência, com atendimento em tempo integral;
- Imediata construção de casas-abrigo, com orientação, formação profissional e infraestrutura necessária para abrigar e assistir mulheres e filhos em situação de violência;
- Mais delegacias de Mulheres com estrutura para atender as mulheres vítimas de violência.

Postagem da Equipe do Blog.

A Faculdade é direito de todos!


   Fazer uma graduação não é privilégio, como muitos pensam! Embora o conhecimento seja um direito humano. Por isso, o acesso à universidade não deveria ser restrito. Todos os que sentem vontade de cursar uma faculdade pode fazê-lo na teoria, mas na prática, as coisas não funcionam como deveriam.

Ainda são muitos os estudantes que são excluídos do ensino superior e o principal motivo não é a falta de grana. Mas, se estudar é um direito, dificuldades financeiras não deveriam justificar a impossibilidade de ingressar.
Muitas vezes, para realizar o sonho de obter um diploma, estudantes oriundos de escolas públicas sentem a necessidade de começar sedo a trabalhar para terem condições de pagar as mensalidades do ensino particular. Por enquanto, a maior parte dos jovens que estudaram em colégios particulares encontram menos dificuldades para ingressarem numa universidade pública, pois os que pagam para estudar são preparados para realizar as provas dos vestibulares mais concorridos do país. Desde o primeiro ano do ensino médio, o que não ocorre com grande parte dos estudantes da rede pública (a desigualdade já começa bem antes dos jovens ingressarem na faculdade).
  Para contornar essa realidade, em 2004, o governo federal lançou o Programa Universidade para Todos, o ProUni, que concebe bolsas no ensino superior  para estudantes que concluíram o ensino médio em escolas públicas ou que foram bolsistas de colégios particulares. Por conta dessa iniciativa, um milhão de estudantes brasileiros com renda familiar de até três salários mínimos conseguiu entrar em universidades particulares de todo o País.
Mesmo com o benefício os jovens continuam a conciliar os estudos com trabalho, como forma de ajudar nas despesas de material, transporte e alimentação.

   Outros meios para ingressarem na universidade
O que são as Cotas?
Ao contrario do que muitos pensam as cotas não é uma forma de privilegiar, mas sim de promover igualdade para as pessoas que não estão nessa condição. As para negros, por exemplo, é uma reparação histórica dos séculos de escravidão que têm consequências sociais até hoje na sociedade. Hoje a igualdade de direitos é prevista em leis, mas para que seja efetivada é preciso que haja políticas publicas que ajudem alguns setores sociais a alcançarem esse patamar de igualdade com outros segmentos. E a cota é uma dessas políticas destinadas também a indígenas e pessoas com deficiência e de baixa renda.

O que é o Fies?
O Fundo de financiamento Estudantil, mais conhecido com Fies, é uma realização do Ministério da Educação. Tem como objetivo financiar os estudos de pessoas matriculadas em instituições de ensino superior privadas.

O que é o Educa Mais Brasil?
O Educa Mais Brasil é o maior programa de inclusão educacional do país e está há 10 anos no mercado permitindo que estudantes impossibilitados de pagar uma mensalidade integral tenham acesso a instituições de ensino particulares através de bolsas de estudo parciais.

O que você acha dos programas que ajudam os jovens a ingressar no na faculdade?

Ana Carolina, 17 anos. “Acho bem legal, pela oportunidade que eles (os programas) dão aos jovens de ter uma boa formação” Disse.

Rick Almeida, 19 anos. “Acho bom, mas acho também que isto é pra maquiar a educação ruim do Brasil” Conta.

Clarissa Gomes, 29 anos. “Gosto de todos, exceto as cotas por que o governo que se desfazer com a responsabilidade que tem em melhorar o ensino público, e quando favorece um negro ele diz indiretamente que ele é menos capaz do que uma pessoa branca isso só gera racismo e preconceito” Comentou.

Roberto Ferreira, 19 anos. “São bons, por que ajuda muito ao estudante a entrar numa faculdade, exemplo: O ProUni mesmo a pessoa entra na faculdade e só começa a pagar depois de dois anos, ajuda muito o jovem a arrumar um emprego” Disse.

Gabi Okpijah, 25 anos. “Concordo com as cotas raciais por uma questão de preparação mesmo, mas acho que poderia ser investido na educação pública para que o jovem pudesse ingressar nas universidades públicas” Conta.

Marcelo Murilo, 21 anos. “Acho legal, a oportunidade a todas as pessoas que tipo não tem muita condição de terem uma chance ainda melhor de entrar no ensino médio” Comentou.

Camila Garret, 23 anos. “Acho bom e ruim ao mesmo tempo; Vou explicar, o Bom é por que os jovens que não tiveram uma boa qualidade de estudo vão poder ingressar na faculdade e tentar ser alguém na vida; a parte Ruim é que com esses programas o governo usa a teoria da peneira (cobre aqui, esconde ali) e a educação básica continua a mesma coisa. Eu acredito que se o governo melhorasse a educação pública não seriam necessários esses programas, pois os jovens pobres teriam tanta capacidade quanto quem estuda em uma escola particular. Sabe aquela história de igualdade, com esses programas o governo não nos faz iguais, nós coloca numa posição inferior ao ponto de precisar de uma “ajudinha” pra entrar na faculdade” Relatou.

Postagem da Equipe do Blog.


Encontro Aberto de Malabarismo




   NPM- Núcleo de Pesquisas Malabaristas, trás à vocês no dia 24 de fevereiro de 2013, a partir das 14hs o ‘’ENCONTRO ABERTO DE MALABARISMO’’ que será GRATUITAMENTE realizado duas (2) vezes ao mês, sempre aos domingos no Parque Dona Lindu, localizado na Rua Setúbal, n° 1139-1189 - Boa Viagem, Recife – PE.

O encontro chega junto com uma das propostas de criação do núcleo que é não só a valorização dos espaços públicos utilizados como o incentivo a pratica de atividades motoras, físicas e mentais através dessa arte milenar, criando assim bens de natureza cultural valiosos a nossa região, com o objetivo de provocar diálogos e reflexões sobre este setor propondo projetos e ações que potencializem o malabarismo não só em nossa região, por isso venha e participe! Traga seus amigos e sua família!
Lá vocês poderão conhecer tipos diferentes de malabares e aprender o que mais gostar, ou simplesmente ficar admirando e se divertindo.
As atividades serão desenvolvidas para crianças (a partir de 8 anos) e adultos, mas os pequenos podem ir assistir.

- Aviso Legal -

Não garantimos a veracidade, exatidão, exaustividade e atualidade dos conteúdos, já que a fanpage não é o responsável pela organização dos eventos e os mesmos podem ser cancelados e/ou alterada alguma programação como local, data, atrações, entre outros.
É importante ressaltar que este é o primeiro Encontro e que  o evento ainda não estará disponibilizando material para todos, então quem quiser participar deverá levar o seu material (malabares)…
Dicas para fazer seu próprio Malabar


Postagem da Equipe do Blog

1° Mostra de Direitos Humanos ações e políticas publicas




O GAJOP- Gabinete de Assessoria Jurídica as Organizações Populares, realiza nesta terça-feira, dia 11 de dezembro, a 1ª Mostra de Direitos Humanos - Ações e Políticas Públicas no Espaço Ciência (Complexo de Salgadinho, s/n, Olinda, Pernambuco). Esta mostra é uma das ações do projeto de Capacitação de Representantes de Organização Comunitárias para Ampliação da Participação na Definição de Políticas Públicas conforme Diretrizes e Metas da Educação Não-formal, constantes no Plano Nacional de Educação para os Direitos Humanos (PNE/DH).

Desde o inicio do ano corrente a instituição firmou um convênio com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), para realização do curso de Direitos humanos para lideranças e /ou representantes de organizações comunitárias, discutindo questões como: universalização de direitos, relação entre estados e sociedade civil, segurança pública, entre outros. Quatro eixos do Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH foram contemplados durante o curso, cerca de 100 lideranças comunitárias de Recife, Olinda, Jaboatão e Paulista participaram da formação.

Como produto final desta proposta esta sendo organizada a 1ª Mostra de Direitos Humanos: ações e políticas públicas que está metodologicamente constituída para buscar uma interação a execução das políticas públicas de direitos humanos do Estado e as ações dos movimentos populares na luta por seus direitos. Com o objetivo de proporcionar um diálogo amplo, a Mostra reuni organizações da sociedade civil, movimentos sociais e populares, órgãos públicos, estudantes e professores. Esta programada para ser um espaço que integre exposições de diferentes formas: fotos, vídeos apresentações culturais, materiais didáticos e etc. Esta prevista também intercâmbio de experiências na área de direitos humanos e socialização de informação.




Postagem da Equipe do Blog.

Sustentabilidade Ambiental foi o tema da Feira de Educação e Saúde e da Caminhada


      Foi realizada no dia 22 de novembro com de atividades e o tema central das ações Sustentabilidade Ambiental, que vem sendo trabalhada pela Casa de Passagem Ana Vasconcelos, através de seus projetos desenvolvidos em Recife, Camaragibe, Olinda e Paulista com o apoio da União Européia, Petrobras e Itaú/Fies. A caminhada para entrega de uma carta elaborada pelo público atendido nos projetos, a cerca da temática, nos momentos de preparação para as ações.

Teve início marcado para as 8 horas, a Feira de Educação em Saúde aconteceu no Parque 13 de Maio e teve com cerca de 45 stands, nos quais mais de 230 jovens representantes dos municípios realizaram exposições de suas ideias e apresentação de material elaborado sustentavelmente. Houve, também, apresentação de dança, teatro, música e maracatu.

Finalizada a feira, e iniciada a concentração para a caminhada. A saída do Parque 13 de Maio, às 15 horas, tendo como itinerário o entorno do parque, seguindo pela Avenida Mário Melo e finalizando no Ministério Público de Pernambuco onde os participantes entregaram uma Carta de propostas sobre o tema.



Postagem da Equipe do Blog.